Olá, como já devem saber, o nosso blogue foi iniciado já faz três anos. Agora estamos no 4º ano de escolaridade.e frequentamos a escola Dr. Clemente Tavares, Gaula, município de Santa Cruz, em ilha da Madeira. A nossa turma é composta por 10 alunos; 4 meninas e 6 rapazes, com idades compreendidas entre os 9 e 10 anos. Continuamos com a professora Inês Rodrigues que nos tem acompanhado desde o nosso 1,º ano de escolaridade.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Visita à RTP Madeira
No dia vinte e seis de novembro fizemos uma visita de estudo à RTP Madeira. A nossa turma viajou de autocarro juntamente com o 2.º ano e com as professoras Ana, Maria José e Lídia, até à freguesia de Santo António no Funchal.
Iniciamos a visita acompanhados de um senhor que nos guiou até aos diferentes espaços e explicou como tudo funcionava.
Entramos num estúdio onde gravavam as notícias e os telejornais. Nesta sala, havia muitos projetores, câmaras e ainda uma grua com uma câmara. Um outro estúdio foi o de produção, onde fazem os programas como "Madeira Viva", onde apresentam pratos no capítulo da culinária.
Na sala de som, havia um equipamento com muitas teclas que servia para ajustar a imagem; a cor e o brilho. Só a partir daqui é que o programa é emitido em condições para as nossas casas.
Entramos num mini museu com muitos aparelhos antigos como: as máquinas que faziam filmes, projetores, microfones, televisores, rádios e gira-discos.
Ainda neste edifício, ficamos a conhecer duas estações de rádio: a Antena 1 e a Antena 3. Gostamos mais da última porque alguns meninos e a professora Lídia, tiveram oportunidade de falar em direto com uns auscultadores nos ouvidos.
Para concluir a visita tiramos a foto de grupo numas escadas.
Foi uma tarde maravilhosa, pois percebemos o trabalho que dá para chegarem os programas televisivos às nossas casas.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
A lenda do verão de São Martinho
Conta a lenda, que Martinho era um menino, filho de um soldado que foi combater para a França.
Martinho gostava de brincar ao pião na rua, com os seus amigos. Nas horas de chuva, abrigava-se na igreja onde ouvia histórias sobre Jesus, contadas por um bispo. Esse bispo era bondoso e amigo das crianças. Houve um dia, que Martinho e os seus amigos ficaram doentes por comerem cogumelos envenenados e o bispo, salvou-os, oferecendo-lhes leite.
Certo dia, ao chegar a casa, Martinho teve uma surpresa: o seu pai, tinha regressado. O pai estava cheio de saudades e verificou que o seu filho estava crescido. Foi conversar com o imperador e decidiram que Martinho já podia ser soldado.
Partiu para a luta e num dia de inverno e de muito frio, enquanto andava a cavalgar com a sua capa vermelha, encontrou um pobre homem cheio de frio a tremer. Quis ajudá-lo. Mas nada tinha para lhe dar. Foi então que se lembrou da sua bela capa vermelha. Cortou-a ao meio, com a ajuda da espada e ofereceu metade ao mendigo, que logo se agasalhou. Em poucos segundos o sol brilhou fortemente. No meio de tanta tempestade, só poderia ter sido um milagre.
Por este motivo, hoje em dia por esta altura costuma fazer um tempo quente, fora de época e atribuímos esse calor ao milagre do São Martinho. Hoje em dia todos conhecem a Lenda do verão de São Martinho.
Martinho gostava de brincar ao pião na rua, com os seus amigos. Nas horas de chuva, abrigava-se na igreja onde ouvia histórias sobre Jesus, contadas por um bispo. Esse bispo era bondoso e amigo das crianças. Houve um dia, que Martinho e os seus amigos ficaram doentes por comerem cogumelos envenenados e o bispo, salvou-os, oferecendo-lhes leite.
Certo dia, ao chegar a casa, Martinho teve uma surpresa: o seu pai, tinha regressado. O pai estava cheio de saudades e verificou que o seu filho estava crescido. Foi conversar com o imperador e decidiram que Martinho já podia ser soldado.
Partiu para a luta e num dia de inverno e de muito frio, enquanto andava a cavalgar com a sua capa vermelha, encontrou um pobre homem cheio de frio a tremer. Quis ajudá-lo. Mas nada tinha para lhe dar. Foi então que se lembrou da sua bela capa vermelha. Cortou-a ao meio, com a ajuda da espada e ofereceu metade ao mendigo, que logo se agasalhou. Em poucos segundos o sol brilhou fortemente. No meio de tanta tempestade, só poderia ter sido um milagre.
Por este motivo, hoje em dia por esta altura costuma fazer um tempo quente, fora de época e atribuímos esse calor ao milagre do São Martinho. Hoje em dia todos conhecem a Lenda do verão de São Martinho.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
VISITA DE ESTUDO À CIDADE DE MACHICO
No Dia vinte e dois de outubro, no turno da manhã, os alunos do segundo e nós, alunos do quarto ano de escolaridade da escola Doutor Clemente Tavares – Gaula, fizemos uma visita de estudo à cidade de Machico.
Partimos da escola às nove horas num autocarro azul que a Câmara Municipal de Santa Cruz nos disponibilizou.
Ao chegarmos a Machico, visitamos a igreja matriz de Machico.. Vimos a arquitetura, pinturas, azulejos, vitrais, imagens e a pia batismal. A igreja estava lindíssima, decorada com antúrios vermelhos. Fizeram a nossa oração em silêncio.
Partimos em direção ao Solar do Ribeirinho, para visitarmos o edifício e os arredores. Depois das nossas professoras conversarem com uma senhora, a Doutora Isabel convidou-nos a entrar e a visitar o museu. Aproveitamos logo a oportunidade.
O Presidente da Junta da nossa freguesia, que lá trabalha, também veio nos cumprimentar.
Vimos quadros que nos mostravam a origem de Machico e das pessoas que descobriram a Madeira em 1419, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira.
Ficamos a saber que em nove de outubro de 1803 houve um aluvião em Machico e que destruiu a capela do Senhor dos Milagres. Na altura chamava-se a Capela de Cristo e era uma das mais antiga da Madeira. A imagem de Cristo foi nas correntes e desapareceu no mar, sendo encontrada mais tarde sem estar danificada.. Quando reconstruiram a capela, levaram a antiga imagem para lá. Hoje, fazem a festa do senhor dos Milagres a 9 de outubro, relembrando essa tempestade e que conseguiram um milagre com o encontro da imagem. Ficamos muito comovidos com esta história e curiosos para conhecer a capela.
Numa outra sala, assistimos a um filme onde ficamos a conhecer a transformação da cana de açúcar em açúcar antes de existirem os engenhos. Em exposição estavam algumas peças que utilizavam nessa época.
Um outro filme deu-nos a conhecer o modo de fazer o cuscuz que em anos anteriores servia de base para a alimentação. Esta atividade levava muito tempo e exigia muito esforço.
De seguida, passamos a uma cozinha antiga com fornos a lenha onde as pessoas faziam o pão e os assados.
Estava também montada uma exposição de quadros de origem venezuelana. Tinham cores atraentes e estavam muito bonitos.
Gostamos muito deste espaço, era uma casa muito bonita com um poço à frente que guardava água antigamente para as pessoas. Nele, estavam sapos, que se esconderam assustados com as nossas vozes.
No final, a Doutora Isabel convidou-nos a tirar uma foto de grupo junto a um fontanário muito bonito.
Após esta agradável receção, partimos para a rua onde estão os plátanos e lanchamos junto ao Fórum. Observamos ao longe o mar e a capela de São Roque. Antes de irmos visitar a capela dos Milagres visitamos o Forte de Nossa Senhora da Conceição. Passamos em frente à Câmara Municipal de Machico e andamos em cima da ponte que de vez em quando é destruída pela águas das chuvas.
À entrada da capela vimos logo o quadro que a Doutora Isabel nos falou que a água tinha subido até essa altura. Ficamos com muito medo, porque se estivéssemos lá nesse dia, morríamos todos debaixo da água. Entramos, ficamos a olhar muito tempo em silêncio para a imagem antiga de Cristo.
Passeamos pela bonita praia de areia e vimos a marina com muitos barcos, de pesca, iates e barcos de recreio.
Brincamos com alegria e vimos onde desembarcaram os descobridores da Madeira.
Regressamos à escola muito contentes porque ficamos a conhecer mais pormenores de uma bonita cidade da nossa ilha.
Alunos 4.º ano EB1/PE Dr. Clemente Tavares
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Dia do Pão-por-Deus
Hoje é um dia especial
Mas vim para a minha escola
Porque o nosso Governo
Parece que quer esmola
O meu saquinho bonito
Preparado com emoção
Partilhando com os amigos
Manteremos a tradição
No dia do Pão-por-Deus
O meu saco vou trazer
Com muitos e bons frutos
Partilhando eu vou comer
A nossa partilha
É feita com alegria
Junto com os professores
Dividimos a fantasia
Vamos partilhar os frutos
Com muita emoção
Vamos dar aos amigos
Também uma oração
Mas vim para a minha escola
Porque o nosso Governo
Parece que quer esmola
O meu saquinho bonito
Preparado com emoção
Partilhando com os amigos
Manteremos a tradição
No dia do Pão-por-Deus
O meu saco vou trazer
Com muitos e bons frutos
Partilhando eu vou comer
A nossa partilha
É feita com alegria
Junto com os professores
Dividimos a fantasia
Vamos partilhar os frutos
Com muita emoção
Vamos dar aos amigos
Também uma oração
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
O DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO
Escola Dr. Clemente Tavares comemora Dia Mundial da alimentação
No dia 16 de outubro a EB1/PE Dr. Clemente Tavares em Gaula, comemorou no turno da manhã, o Dia Mundial da Alimentação. Numa das salas do edifício decorreu uma Ação de Sensibilização "Alimentação Saudável", orientada pela Dr.ª Margarida Ferreira. Os alunos participaram de forma ativa constatando que a alimentação saudável é muito importante. No final a Dr.ª Margarida, distribuiu uma garrafa com água a cada aluno. Lançou ainda um desafio; cada criança faria um desenho a partir do tema "Já sei comer bem" e entregá-lo-ia na Farmácia Luz de Gaula. Os três melhores desenhos receberão um prémio.
À hora do almoço, a sobremesa foi uma salada de fruta confecionada pelos alunos com a colaboração dos professores e auxiliares.
Foi um dia muito bom.
sábado, 12 de outubro de 2013
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
O Príncipe Feliz
Era uma vez um príncipe que vivia num castelo, onde todos eram felizes. Neste castelo ninguém andava triste, não havia problemas nem dor. O castelo tinha um alto muro à volta e ninguém conhecia o que havia do outro lado. Certo dia o príncipe morreu.
Em sua homenagem ergueram uma bonita estátua a que chamaram o "Príncipe Feliz". A estátua fica muito alta, num jardim muito bonito. Era feita de ouro por fora e decorada com pedras preciosas.
Num belo dia de sol, uma andorinha arranjou abrigo debaixo da estátua para descansar. Quando acordou, reparou que gotas de água lhe caiam em cima. Não era chuva. Olhou para cima e reparou que eram lágrimas dos olhos brilhantes da estátua. Conversaram muito e contaram o seu passado uma à outra. A andorinha contou, que como todas as andorinhas, tinha que partir para um país mais quente, mas atrasou-se. As suas amigas foram e ela ficou mais uns dias porque apaixonara-se por uma cana.
O Príncipe Feliz, via tudo o que se passava e disse-lhe que estava preocupado com tanta pobreza que havia no mundo e que gostava de poder ajudar mas precisava de alguém para o fazer. Pediu à andorinha que fosse levar o rubi da sua espada a uma costureira que tinha o filho muito doente, com febre e que não tinha laranjas para lhe dar. A andorinha disse que não, pois já estava a sentir muito frio e tinha que migrar. A estátua insistiu tanto que a andorinha acabou ficando essa noite. Foi à casa da costureira entregar o rubi e a senhora ficou feliz, pois ia conseguir dinheiro para cuidar do seu filho. A andorinha voltou satisfeita a contar ao Príncipe Feliz. Este, voltou a pedir-lhe que ficasse mais uma noite porque via um estudante que estava sem comida, sem luz, com frio e sem forças que já nem conseguia acabar o seu trabalho. A andorinha com pena da estátua voltou a ficar, arrancando uma safira de um dos olhos como lhe indicara o príncipe. Lá foi entregar a safira o que muito alegrou o pobre estudante. A estátua queria continuar a ajudar os mais pobres e viu uma menina, vendedora de fósforos que os deixou cair na sarjeta e ficaram estragados e novamente pediu à andorinha para lhe entregar o outro olho de safira. A andorinha já se sentia cansada e queria partir para o Egito, mas mesmo assim voltou a ficar mais uma noite e entregou à jóia à menina.Quando regressava para contar ao Príncipe Feliz viu duas crianças debaixo de uma ponte, que se agarravam uma à outra cheias de frio e de fome, tentando dormir, quando um guarda os surpreendeu. A andorinha ficou tão triste que foi a correr contar ao Príncipe que já não queria partir e que queria ajudar aquelas crianças. O Príncipe Feliz pediu-lhe que arrancasse todas as folhas do seu ouro e que levasse a esses meninos.
Chegou o frio, a neve e a andorinha sentia-se cada vez mais fraca, com muito frio e já nem conseguia andar. Sentia-se feliz ao lado do Príncipe uma grande paixão crescia dentro do seu coração. O príncipe também andava contente, pois tinha alguém para conversar e ajudá-lo quando um dia a andorinha sentiu que ia morrer. Contou ao príncipe que estava apaixonada por ele e que gostava que ele lhe desse um beijo para morrer descansada.
Foi assim que aconteceu. Mal o Príncipe Feliz a beijou ela morreu aos seus pés.
Dias depois o Governador passou pela cidade e viu que a estátua estava feia sem brilho. Mandou-a deitar abaixo para derreter e deitar o pássaro no lixo. A estátua foi desfeita, mas o seu coração que era de chumbo não se desfez e foi deitado ao lixo junto com a andorinha.
Mais tarde, no céu Deus pedia aos anjos que andassem pelo mundo e que lhe levassem as duas melhores coisas que encontrassem. Os anjos escolheram o coração de chumbo e o pássaro que morreu para ajudar as pessoas.
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